Vereadora Marcilei Vignatti denuncia problemas no Contorno Viário Oeste
Vereadora Marcilei Vignatti denuncia problemas no Contorno Viário Oeste
PUBLICADO EM 07/11/2014 - 00:00

“Não podemos ficar felizes com a inauguração de uma obra se ela não apresenta qualidade”. Essa é a afirmação da vereadora Marcilei Vignatti após visita in loco no Contorno Viário Oeste, em Chapecó. “Nessa visita constatamos diversos problemas estruturais na obra,  como rachaduras e ondulações, somados a falta de manutenção das margens e da sinalização”, afirma a vereadora.
Diante da realidade, Marcilei protocolou na Câmara de Vereadores o requerimento nº 291/2014 que solicita da administração de Chapecó o projeto de engenharia e de execução da obra do Contorno Viário Oeste. Além de explicações sobre os problemas apresentados na via e soluções para os problemas que o Contorno vem apresentando, com prazo para que as melhorias sejam realizadas. O requerimento foi aprovado na sessão desta quinta-feira (06), um reconhecimento dos vereadores aos problemas encontrados no local.
Fiscalização
A vereadora Marcilei justifica que o Contorno foi inaugurado em maio de 2013 e tem apresentado diversos acidentes que envolveram carretas (inclusive tombamentos), caminhões, carros e motos. Há ainda lixo e mato nas margens, por falta de manutenção, as calçadas já estão deterioradas, falta acessibilidade para pedestres, há problemas de mobilidade nos dois extremos e onde ocorreram acidentes a estrutura não foi consertada.
No entanto, de acordo com a vereadora, o mais grave é o que se refere a qualidade da obra. “Em uso há pouco mais de um ano, a pista do Contorno Viário Oeste apresentou rachaduras após as chuvas do final de junho devido a infiltração de água. Além isso, diversos pontos da via apresentam depressão e ondulações no asfalto. Considerando que ele foi construído para desafogar o trânsito pesado do centro da cidade, a camada asfáltica e os materiais utilizados na construção devem ser adequados para a estrutura na qual transitam toneladas todos os dias”, frisa.
Marcilei salienta que há outros problemas em projetos e obras na cidade. “Obras como a Araras e o Centro de Eventos também apresentaram e apresentam problemas logo após as inaugurações. Obras mal projetadas e mal feitas custam muito caro para a população. Pagamos impostos para fazer a obra, mas acabamos pagando novamente pela falta de qualidade, para fazer a revitalização. E por fim, a população fica com uma obra cheia de remendos”, argumenta.