“Cada um de nós compõe a sua história / cada ser em si / carrega o dom de ser capaz “, com estes versos do clássico da MPB, nas vozes de Almir Sater e Renato Teixeira, entende o Vereador Dirceu Cecchin, que além de metáforas da vida, são propícios para definir o atual processo educativo, que, mais do que transmissão de conhecimento pelo mestre, é forma de cultivar a si mesmo pelo aprendiz. Educar é um ato informativo, que fala à consciência através da liberdade. Quando isso não ocorre, tem-se a doutrinação. O filósofio da educação Olivier Reboul elenca 13 casos de doutrinação, entre os quais ao menos cinco estão presentes na educação brasileira, pública e privada: utilizar o ensino para veicular propaganda partidária; ensinar com base em uma doutrina como se fosse a única possível; ensinar como científico aquilo que não é; falsificar fatos favoráveis à sua doutrina; e propagar o ódio por meio do ensino. Citando o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, o Vereador Cecchin (PPS) protocolou junto ao Poder Legislativo, o Projeto de Lei denominado “Programa Escola sem Partido”, entendendo que a liberdade de aprender dos estudantes das escolas públicas e privadas devem assegurar o respeito ao direito do estudante de não ser doutrinado politicamente, religiosamente e ideologicamente por seus professores.



