“Falta transparência no transporte público de Chapecó” afirma Marcilei
“Falta transparência no transporte público de Chapecó” afirma Marcilei
PUBLICADO EM 30/06/2014 - 00:00

Após acordo não cumprido, vereadora protocolou novamente requerimento, mas o mesmo foi reprovado pelos vereadores da base do governo.IMG 0774

Foi votado na tarde de hoje (27), o requerimento nº 188/2014 de autoria da vereadora Marcilei Vignatti que solicitava informações sobre o transporte coletivo de Chapecó. O requerimento solicitava ao prefeito José Caramori, ao diretor da Auto Viação Chapecó João Carlos Scopel e da empresa Tiquin Guilherme Cecchin e foi reprovado pelos vereadores da base do governo Caramori.

 

O requerimento solicitava quantos itinerários cada empresa realiza; quais os itinerários e horários realizados; quantos ônibus cada empresa possui em sua frota para viagens intermunicipais; qual o ano de fabricação de cada veículo; quantos ônibus são adaptados; qual a média de passageiros por mês; qual a média de passageiros com gratuidade por mês; e qual a média de passageiros com beneficio de meia entrada.

 

Marcilei destaca que protocolou novamente o requerimento após o descumprimento de acordo feito em sessão. “Na oportunidade, havia retirado o requerimento por acordo com o líder do governo de que as informações chegassem antes da reunião de trabalho realizado no dia 3 de junho. No entanto, não recebemos resposta da Prefeitura nem das empresas Auto Viação e Tiquin”, explica.

 

A vereadora ressalta a importância das informações para o debate do transporte coletivo. “A falta de informações sobre esse setor prejudica nosso debate e fiscalização. Sabemos que até o fim do ano todos os ônibus deverão ser adaptados, mas quantos cada empresa possui? Isso não sabemos porque as informações não vieram. Então primeiro foi uma falta de respeito no processo de negociação e de acordos dentro da Câmara. E depois, nos negam essas informações nesse novo requerimento. Isso só deixa claro a falta de transparência na concessão do transporte coletivo de Chapecó”, frisa.