O vereador Jaques de Toledo (PT), encerrou nesta quarta-feira, o mandato de vereador na Câmara de Vereadores de Chapecó. Em seu pronunciamento, no último dia como vereador, Jaques agradeceu a Deus, a família, aos companheiros que coordenaram a campanha em 2012 e que nesses dois meses, procuraram acompanhar de perto o trabalho. “Saio com o sentimento de dever cumprido, apesar de ser apenas dois meses. Vinte uma indicações, oito requerimentos, 13 moções e oito projetos. Esse foi o resultado da nossa passagem por aqui. Talvez poderíamos ter feito mais, mas, a ansiedade foi controlada. Estarei lá fora, acompanhando cada discussão por nós levantada, buscando sempre o bem comum, políticas que sejam para beneficiar grande parte dos chapecoenses, principalmente a juventude, professores e nossas comunidades”, afirma.
Jaques citou os projetos que deram entrada, como o que revoga a denominação de Ceim do Parque das Palmeiras, o que institui o Domingo livre, o Programa de Wi-fi livre, a Meia entrada, o Microfone Aberto, a Semana do Ciclismo, o Passe Livre e o Fundo Municipal de Apoio às Comunidades (Fumac). “Fizemos a luta das creches no Quedas do Palmital e no Expoente; apontamos indicações para melhoria na infraestrutura de diversos bairros, como Quedas do Palmital, Monte Castelo, Expoente, Jardim América, Vila Manteli, Cristo Rei e tantos outros. Na saúde, buscamos a ampliação do atendimento de ginecologista no Quedas e Seminário, Expoente e Monte Castelo. Enfim, saio com a convicção de que busquei o melhor para o povo de Chapecó”, frisa.
Dia do Professor
Jaques lembrou da alegria do dia que assumiu, 11 de agosto, Dia do Estudante. “Deixo o Legislativo com minha alegria redobrada, pois hoje é dia 15 de outubro, Dia do Professor. Dois setores, ou espaços de lutas com os quais tive relação a vida toda. Desde muito cedo na minha militância do movimento estudantil aprendi os valores do que é ser um cidadão de verdade, lutando pelos direitos da nossa juventude e dos nossos estudantes”, afirma.
O vereador destacou que foi na base estudantil que aprendeu com os mestres da educação o valor da profissão, que por muitas vezes é desvalorizada pelos governos. “Com mestres e pessoas que me inspiraram, fui aprendendo o sentido de defender essa profissão que não ensina, mas que aprende no dia a dia, e dentro da sala de aula, a partir da troca de conhecimento com os alunos, constroem o aprendizado. Ser professor é muito mais do que ensinar, aliás, eu acredito que nem seja ensinar, e sim construir um conhecimento mútuo entre professor e aluno e tornar isso uma aprendizagem de vida e para vida”, frisa.



