Após o lamentável episódio ocorrido na manhã de hoje na Assembleia Legislativa - "Casa do Povo" de Santa Catarina, apresentei em Sessão realizada na tarde de hoje (08) na Câmara de Vereadores, aprovada por unanimidade, MOÇÃO DE REPÚDIO nº 191/15, para que seja enviada ao senhor JOÃO RAIMUNDO COLOMBO – Governador de Estado de Santa Catarina, ao Senhor EDUARDO DESCHAMPS, Secretário de Estado da Educação de Santa Catarina, ao Senhor GELSON MERISIO – Presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, MOÇÃO DE REPÚDIO, aos atos de violência contra os trabalhadores, do serviço público do Estado de Santa Catarina, ocorrido, hoje (08/12/2015) pela manhã, nas dependências da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.
Conforme decisão aprovada na Assembleia Unificada dos Servidores Públicos Estaduais, na data de hoje, haveria paralisação das atividades, e todas as categorias profissionais, com representantes de todas as regiões do Estado, acompanharia as votações dos Projetos de Lei do Plano de Carreira do Magistério Estadual e do SC PREV.
Quando adentraram à ALESC, cerca de 1.500 trabalhadores estaduais foram recebidos com violência policial. Homens da Polícia Militar e da Tropa de Choque barraram a entrada dos servidores às galerias da Assembleia Legislativa Catarinense. Diante da resistência dos trabalhadores organizados, os policiais responderam com violentos pontapés, empurrões e jatos de spray de pimenta, o que resultou em diversos ferimentos, nos profissionais em mobilização.
Lamentavelmente, ficou comprovado, diante da truculência policial, na Assembleia Legislativa, que o governo Colombo está seguindo o exemplo dos governo Richa, no Paraná, e Alckmin, em São Paulo. Os três usam a força bruta e violenta contra os educadores e os demais trabalhadores do serviço público, enquanto repetem seus discursos infames sobre “valorização do serviço público, pela melhoria da qualidade da educação”.
Diante do fato lamentável, na chamada “Casa do Povo”, o qual tornou-se manchete de todos os meios de comunicação, não podemos nos omitir, neste momento, o que representaria conivência com tal truculência contra todos os que não medem esforços, no trabalho em prol do desenvolvimento, do Estado de Santa Catarina.



