Vereador Claimar de Conto lembra de projeto de lei na Semana Mundial de Aleitamento
Vereador Claimar de Conto lembra de projeto de lei na Semana Mundial de Aleitamento
PUBLICADO EM 03/08/2018 - 00:00

No período de 01 a 07 de agosto, várias cidades realizam ações na Semana Mundial de Aleitamento. Há 26 anos, 150 países participam do movimento, que tem o objetivo de incentivar e difundir o aleitamento materno como o alicerce de uma boa saúde não só na infância, mas ao longo da vida. Em Chapecó, o vereador Claimar de Conto (PP), aproveita esse período para destacar o projeto de lei de sua autoria e que já foi sancionado pelo prefeito Luciano Buligon (PSB). 

O projeto de lei de autoria de Claimar de Conto estabelece que os Centros Educacionais Infantis deverão permitir a entrada de mães de crianças matriculadas com até dois anos, para a amamentação ou para a ordenha no próprio local, em qualquer horário em que o CEIM estiver aberto, conforme disponibilidade da mãe. Ainda de acordo com a lei, as mães que optarem pela ordenha fora das dependências dos centros educacionais poderão entregar o leite materno armazenado de acordo com as normas sanitárias. 

Além do projeto de lei, o vereador protocolou uma moção de apelo para que a Secretaria Municipal de Saúde disponibilize profissionais para realizar visita domiciliar a mãe e seu bebê em seus primeiros dias de vida, com o objetivo de motivar o aleitamento materno. “Em um mundo cheio de desigualdades, crises e pobreza, a amamentação é o alicerce da boa saúde ao longo da vida para crianças e mães”, lembra o vereador. 

A Campanha 

A Organização Mundial da Saúde recomenda que os bebês sejam alimentados exclusivamente pelo leite da mãe até os 6 meses e que a amamentação continue acontecendo, junto com outros alimentos, por até 2 anos ou mais. O aumento do aleitamento materno para níveis quase universais poderia salvar a vida de mais de 820 mil crianças com menos de 5 anos de idade e 20 mil mulheres a cada ano. Além disso, aumentar as taxas de aleitamento materno reduziria significativamente os custos das famílias e dos governos no tratamento de enfermidades infantis como pneumonia, diarreia e asma.