Esclarecer os procedimentos da Regularização Fundiária do Loteamento Recanto da Amizade, foi tema de Reunião de Trabalho, realizada nesta quarta-feira (30), no plenário da Câmara de Vereadores de Chapecó. O encontro foi proposto, via requerimento, pelo vereador João Marques Rosa (UB), e teve a presença de representantes da Diretoria de Habitação do município e da Associação para o Desenvolvimento Habitacional Sustentável de Santa Catarina (ADEHASC).
A diretora de Regularização Fundiária e Habitação de Chapecó, Ediane Folle, explicou que a comunidade do Recanto da Amizade, contratou uma empresa (ADEHASC) para que faça todo o procedimento até a entrega das matrículas. “O Poder Público faz algumas exigências, solicita alguns documentos, e tudo depende dessa empresa para dar andamento aos processos”. A diretora ainda lembrou que as últimas solicitações foram feitas em 07 de dezembro do ano passado e que a ADEHASC só atendeu os pedidos em 14 de março.
A representante da ADEHASC, Daiane Kerkhoff, também lembrou que o executivo municipal demorou 4 meses para dar o primeiro despacho, o que atrasou o andamento dos processos. “As últimas documentações foram entregues neste mês, mas as demoras acontecem por questões burocráticas”,destacou.
Ediane Folle, disse que somente agora o processo foi instaurado, e que ele só inicia depois que uma comissão recebe toda a documentação. “Não há um prazo para a regularização fundiária do Loteamento Recanto da Amizade ser finalizada. Mas o importante é que os procedimentos são realizados e há interesse do município que seja concluído”.
Civaldo Mendes, representante da comunidade, disse que vai solicitar que a empresa encaminhe aos moradores todas as exigências do poder público e todos os protocolos apresentados. O vereador João Marques Rosa, avaliou o encontro. “Solicitamos que tanto a prefeitura, como a empresa e os moradores criem um canal de comunicação para que a regularização fundiária seja feita. São muitas documentações, mas que precisam ser exigidas e atendidas de forma mais rápida para que a comunidade receba suas escrituras”, completou.



