
Susan Boller / Comunicação CMC
Na tarde de quinta-feira (08), o Poder Legislativo de Chapecó realizou reunião de trabalho, requerida pelo vereador Célio Portela, que tratou acerca da falta de água no Loteamento Zanrosso e também sobre questionamentos dos moradores do bairro São Cristóvão em relação ao sistema de esgoto.
Estiveram presentes, além do vereador proponente, o chefe da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento Chapecó (CASAN) Daniel Scharf; o chefe de operacional de água da CASAN, Sérgio Luiz Alves da Silva e os vereadores Ivaldo Pizzinatto e Sérgio da Silva. Também participaram do encontro, representantes dos moradores do Loteamento Zanrosso.
Bairro São Cristóvão
Acerca dos questionamentos relativos ao São Cristóvão, Portela explica que tem recebido relatos de moradores, queixando-se de mau cheiro na região, após a instalação do esgoto. “A comunidade também me informou que mosquitos saem do sistema de ralos das residências”, assinala.
Daniel explica que a obra foi feita de acordo com as normas específicas para esse tipo de trabalho. “É necessário que sejam realizadas análises pontuais, provavelmente, esse problema do mau cheiro e também dos insetos, deve se ocasionar de ligações da rede de esgoto com as residências”, destaca.
Loteamento Zanrosso
Os moradores do local explicam que há uma grande dificuldade de abastecimento, principalmente durante o dia, na área mais alta do Loteamento. Acerca dessa dificuldade, Daniel afirma que nos relatórios dos últimos seis meses, há apenas 45 queixas de falta de água na região, fato que não havia preocupado a entidade, porém, afirma que há um estudo para a instalação de um reservatório na região. “Desde o ano de 2012 temos previsto em nossos orçamentos esse investimento para a região da Efapi, porém, há dificuldade em adquirir um terreno na localização adequada para esse melhoramento”, explica.
O chefe da CASAN também destaca a importância da população manter-se em contato com o órgão, para que possa ser realizado o mapeamento das áreas onde ocorre a falta de água. “Precisamos da ajuda dos moradores para que nos informem dos momentos em que ocorrem as dificuldades de abastecimento, então conseguiremos identificar os problemas e trabalharemos para solucioná-los”, finaliza.



