O presidente da Câmara de Vereadores Marcio Sander classificou de ultrapassada e hipócrita nossa legislação penal e pediu que Chapecó dê seu grito de guerra contra a violência e em favor de maior segurança na cidade. “Queremos o retorno do Estado do que geramos em impostos”, disse. Esse descontentamento da população foi levado pelo vereador ao Secretário de Segurança do Estado César Grubba, a quem pediu providências imediatas.
Marcio Sander destacou que a prioridade número um de Chapecó agora é investimento em segurança pública e essa urgência pode ser medida pelo aumento da criminalidade no município. Lembra que a cobrança é grande sobre os vereadores que estão perto da população. “Segurança é dever do Estado que deve dar resposta a altura do clamor dos empresários, comerciantes, estudante e todos que perderam o sossego . “Não podemos cobrar dos policiais, mas sim das autoridades, do Estado”, reforçou.
O Parlamentar chapecoense disse que a nossa legislação é “ultrapassada, hipócrita, um fiasco” e não inibe a criminalidade porque a polícia também não tem estrutura. Lembra que Chapecó precisa de estrutura como tem a capital. “Falta tudo por aqui e fazemos coro ao que estão reivindicando Joinville, Blumenau e Criciúma. Conclamo que todas as nossas entidades façam sua parte porque a situação é insuportável”.
Ele avalia que os assassinatos, assaltos, rapto e agressões, roubos e furtos que estão ocorrendo são também motivados pela fragilidade das nossas policiais que carecem de estrutura humana e material. Para Marcio chegou o momento das autoridades estaduais atuarem nesse sentido porque os Vereadores tem limitações, sendo necessário o eco chegar a capital. Mesmo defendendo obras que se dão de forma rápida, Marcio Sander diz que não é mais possível abrir mão de investimentos urgentes para a segurança. Lembra que mesmo com o avanço da tecnologia, não se pode fazer segurança sem viaturas, armamento e pessoas. “A nossa prioridade é segurança, a Câmara de Vereadores está trabalhando nesse sentido, mas o Estado tem que agir com urgência porque os cidadãos de bem não podem mais esperar”, concluiu.



