Legislativo de Chapecó é o mais econômico de Santa Catarina, em cidades com mais de 150 mil habitantes
Legislativo de Chapecó é o mais econômico de Santa Catarina, em cidades com mais de 150 mil habitantes
PUBLICADO EM 03/05/2016 - 00:00

O Observatório Social São José (OSSJ) publicou, no mês de abril, um mapa com o Ranking das Câmaras Municipais de Santa Catarina, que leva em consideração os investimentos anuais para manutenção, o custo por habitante e a despesa média por vereador. Estão inclusos, nesse relatório, os gastos dos Poderes Legislativos Catarinenses entre os anos de 2010 e 2014.

No Ranking, que inclui os 295 municípios do Estado, Chapecó ocupa o Primeiro  Lugar em economia, levando-se em consideração os municípios com mais de 150 mil habitantes. Na colocação geral, o Legislativo de Chapecó está na 14ª posição. 

No quesito custo por habitante, no ano de 2014, cada morador de Chapecó, teve uma despesa de R$ 46,29, durante todo o ano, para a manutenção da Casa Legislativa. De acordo com o Observatório, o mapa foi desenvolvido por voluntários da ONG, especialistas em fiscalização da gestão pública. Como exemplo, em comparativo com Itajaí, cuja Câmara possui o mesmo número de vereadores e população de 173,5 mil, o Legislativo Chapecoense apresenta uma despesa 66% menor, por contribuinte, do que o município litorâneo.

Para o presidente, João Marques Rosa, os números refletem o esforço da Câmara de Chapecó, em reduzir as despesas. “Esses dados são referentes ao ano de 2014. Nosso objetivo é alcançar posições ainda mais favoráveis nesse ranking. Além das medidas já tomadas no início do ano, estamos trabalhando, junto aos demais vereadores para reduzir os valores gastos nos gabinetes e diárias”, comenta.

Rosa também comemora a posição da Capital do Oeste entre os municípios que fazem parte da Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina (AMOSC). “De acordo com o relatório do OSSJ, o Legislativo de Chapecó, ocupou a primeira posição entre as cidades da região, dado que comprova o comprometimento dos edis, em trabalhar gerando o mínimo de despesas para os cofres públicos”, finaliza.