A
viabilização do Hospital Universitário (HU)
em Chapecó foi pauta
da sessão ordinária desta quinta-feira (17), e
contou com a participação do reitor da Universidade Federal da
Fronteira Sul (UFFS), João Alfredo Braida. A visita institucional à
Câmara de Chapecó
foi proposta pelo vereador Paulinho da Silva (PCdoB), por meio do
Requerimento nº 136/2025, com o objetivo de dar visibilidade à
proposta e fortalecer o
debate público em torno da iniciativa.
Durante a sessão,
realizada no plenário Rivadávia Scheffer, o reitor apresentou o
andamento das discussões e
tratativas e destacou a
importância estratégica do hospital para a região e
para o fortalecimento do curso de medicina.
“Estamos na fase do
estudo de viabilidade junto à Empresa Brasileira de Serviços
Hospitalares, a EBSERH, que é vinculada ao Ministério da Educação.
A equipe técnica esteve em Chapecó nos dias 1 e 2 de julho para
conhecer o campus e dar início a esse processo”,
explicou Braida.
De acordo com o reitor, a proposta é que
o Hospital
Universitário
seja construído com o objetivo de atender às demandas do
curso de medicina, aumentar
a oferta, fortalecer o
Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliar a formação de
profissionais na
área. “É importante
destacar que a
intenção é que o
Hospital Universitário venha
para complementar a parceria que já temos com o Hospital Regional do
Oeste e fortalecer a assistência à saúde pública. O investimento
no HU
pode girar em torno
de 300 milhões de reais. Neste
momento estamos na
fase do estudo, que
indicará a
viabilidade, a
abrangência da estrutura e
outros detalhes, e a
partir dele vai ser
tomada uma decisão. A
expectativa é que até o final do ano tenhamos uma posição. Em
caso de sinalização
positiva, avançaremos
para a fase de projeto”,
esclareceu o reitor.
O
vereador Paulinho da Silva reforçou a relevância do tema e a
responsabilidade do poder público local em acompanhar e apoiar a
iniciativa. “Trata-se
de um projeto que ultrapassa os muros da universidade. A presença de
um hospital universitário consolida a integração entre ensino,
pesquisa, extensão e assistência à saúde pública, com impacto
direto na qualidade de vida da população. É uma conquista coletiva
que precisa do engajamento de toda a sociedade. A Câmara se coloca
como parceira nesse processo de construção de políticas públicas
em defesa da vida e da saúde”,
concluiu.