O Vereador Ivaldo Pizzinatto destacou que os recursos buscados junto ao Fomplata, para asfalto de corredores de ônibus e construção do contorno viário foram aplicados conforme a proposta do financiamento. Só em corredores de ônibus foram realizados pelo menos 13 quilômetros de asfalto. Lembrou ainda que foram realizados nas duas últimas gestões pelo menos 260 quilômetros de asfalto em Chapecó.
De acordo com ele o contrato através de licitação com a Planaterra, firmado ainda no governo do PT, está para terminar. Assim que forem definidos os ganhadores da nova licitação o asfalto deverá ser retomado em Chapecó. Ivaldo Pizzinatto esclareceu que para o asfalto ser feito é necessário que 80% dos moradores da rua assinem o contrato para o asfalto ser feito. “O abaixo assinado tem valor pelo pedido, mas é o contrato que determina a realização da obra”, disse. Lembrou que no caso do Loteamento Vitório Rosa o asfalto não ocorreu porque a adesão foi abaixo de 60%.
Delvino Dallarosa destacou que a exigência da ANAC – Agencia Nacional de Aviação Civil – para ampliar o aeroporto para não ser fechado, prejudicou o andamento do asfalto de ruas na cidade. Segundo ele das 260 quadras contratadas para asfaltar restam ainda 63. Criticou governos anteriores que fizeram apenas 8 km de asfalto.
Itamar Agnoletto destacou que o pouco asfalto realizado até 2004 foi pelo alto preço do asfalto que a prefeitura cobrava total do morador, sem contrapartida. De cordo com ele o aumento no interesse pelo asfalto foi no subsídio que o município dá ao morador. “Há muito tempo era cobrado R$ 60 o metro, o que era muito caro e agora é menos”, disse.



