Os direitos humanos e a cidadania migratória desenvolvidos pela Central de Atendimento ao Imigrante (CAI), foi tema de assunto em sessão ordinária desta quinta-feira (24), no Legislativo de Chapecó. Representantes da entidade e da Polícia Federal explanaram sobre suas atividades, atendendo requerimento da vereadora Sueli Suttili (PSD).
Foram convidados a participar o delegado federal, Fabrício Argenta, o agente Administrativo da Polícia Federal de Chapecó, Alcione Vergil, o consultor Administrativo da Assistência Social e coordenador do Centro de Atendimento ao Imigrante de Chapecó, Natan Oletto e o responsável do setor de Relações Institucionais do CAI, Luiz Rodrigues.
O CAI de Chapecó, criado em novembro de 2020, é responsável pelos serviços de refúgio, naturalização e documentação. “Havia uma carência muito grande nos atendimentos aos imigrantes. Nossa estrutura, chegou a atender mil pessoas em um dia”, revelou Natan Oletto.
Luiz Rodrigues e Alcione Vergil explicaram ainda que outros serviços são prestados como traduções e assessoria jurídica. “Fizemos acolhimento, triagens e auxiliamos na busca por moradia e emprego. Boa parte é encaminhado aos frigoríficos”.
Ainda de acordo com os representantes, Chapecó tem aproximadamente 14 mil imigrantes. Pelos levantamentos, 80% são formados por haitianos e venezuelanos.



